O problema que resolvemos
A distribuição mal feita é a primeira fuga de margem em qualquer hotelaria. Tarifa diferente em três sítios. Comissões a comer 18% sem que ninguém repare. Overbookings de fim-de-semana. Falta de presença em canais relevantes. Excesso de presença em canais que destroem valor.
Gestão de canais é tirar as plataformas do piloto automático e pô-las a trabalhar para a unidade — com regras claras, paridade real e mix equilibrado. Cada canal cumpre o seu papel; nenhum canal manda no negócio.
A trindade certa: direto, OTAs, B2B
A maior parte das unidades em Portugal vive 75% ou mais do Booking. Isso significa:
- Comissões de 15–18% sobre toda a receita.
- Dependência total das alterações de algoritmo da plataforma.
- Zero relação direta com o hóspede que já reservou.
- Vulnerabilidade total se a comissão subir ou se a plataforma mudar regras.
O objetivo da SCALE é diversificar saudavelmente — manter Booking como canal de descoberta, mas reduzir o seu peso através de reserva direta (a melhor margem), parcerias B2B (volume estável fora de época) e canais especializados (turismo rural em Sapo Viagens, boutique em Mr & Mrs Smith, etc.).
Paridade tarifária: o detalhe que evita penalizações
Booking penaliza unidades cujo preço direto seja inferior ao da plataforma. Mas a tarifa direta tem de ser mais atraente para fazer sentido. A solução é trabalhar com paridade visível e benefícios invisíveis — preço igual, mas com pequeno-almoço incluído, upgrade quando possível, cancelamento mais flexível.
Channel manager: a infraestrutura invisível
Sem channel manager bem configurado, tudo o resto é trabalho perdido. Avaliamos o que a unidade tem, recomendamos alternativa se fizer sentido, e configuramos: mapeamento de tipologias, regras de tarifa, restrições por canal, integração com PMS, alertas. Depois disso, raramente é preciso voltar a olhar para ele.