O problema que resolvemos
A maior parte das unidades em Portugal cobra a mesma tarifa em julho que em outubro, ou desconta a partir do momento em que a ocupação fica abaixo do esperado. O resultado é previsível: receita estagnada, dependência total das OTAs e margem comprimida.
Revenue Management não é magia. É disciplina, dados e decisões certas no momento certo. É olhar para a procura real, comparar com a concorrência, antecipar o que aí vem — e ajustar antes do mercado nos forçar a fazê-lo.
Trabalhamos para que a sua unidade pare de competir por preço e comece a competir por valor. Cada canal a fazer o trabalho certo, cada euro a contar.
Para que tipo de unidade faz sentido
Hotéis independentes entre 12 e 80 quartos. Alojamentos locais com 4 ou mais unidades sob gestão única. Empreendimentos turísticos com mix de segmentos. Turismo rural e agroturismo a sair da informalidade.
Se a sua unidade tem PMS e channel manager (ou está pronta para os ter), conseguimos arrancar. Se ainda não tem, parte do nosso trabalho é ajudar a escolher e configurar — sem fricção e sem custos surpresa.
Sinais de que está na altura
Cinco indicadores frequentes em unidades que procuram melhorar a sua performance comercial e operacional. Se reconhecer três deles na sua realidade, talvez esteja na altura de conversarmos.
- Ocupação alta mas margem que não cresce — ou que está a cair.
- Tarifa praticamente igual em junho, agosto e outubro.
- 70% ou mais da receita vem de Booking e Expedia.
- A última revisão de pricing foi há mais de seis meses.
- Decisões de tarifa tomadas “de cabeça”, sem dados ao lado.
Como medimos sucesso
Definimos juntos os KPIs no primeiro mês. Para a maioria das unidades, é uma combinação de RevPAR, ADR, percentagem de reserva direta e margem por segmento de mercado. Reportamos mensalmente — sem dashboards confusos, com leitura clara dos números que importam.